1. Mapeie ferramentas e casos de uso
Identifique quais soluções são usadas, por quais áreas, para quais tarefas e com quais tipos de informação.
Ferramentas generativas podem entrar na operação antes de existir política formal. O primeiro passo é mapear usos, dados inseridos, decisões apoiadas por IA e fornecedores envolvidos.
Bloquear toda IA raramente resolve o problema e liberar sem critérios também cria exposição. A empresa precisa definir usos permitidos, riscos, supervisão, evidências e responsabilidades proporcionais ao contexto.
A sequência abaixo ajuda a estruturar a conversa interna e a análise jurídica. Ela não substitui a avaliação do caso concreto.
Identifique quais soluções são usadas, por quais áreas, para quais tarefas e com quais tipos de informação.
Diferencie conteúdo público, informação confidencial, segredo de negócio, dados pessoais e dados sensíveis.
Analise retenção, uso de prompts, treinamento de modelos, subcontratados, segurança e localização dos dados quando relevante.
Estabeleça quais resultados precisam de revisão, aprovação ou validação antes de gerar efeito externo ou decisão relevante.
Organize regras para materiais gerados, fontes utilizadas e uso de conteúdos de terceiros.
Política, inventário, responsáveis, treinamentos e exceções documentadas ajudam a demonstrar governança.
A empresa pode definir regras internas compatíveis com seus riscos e atividade. O desafio é criar política aplicável e mecanismos de orientação e supervisão.
A avaliação depende da finalidade, base jurídica, ferramenta, contrato, segurança e demais circunstâncias. Não é adequado tratar todos os usos como equivalentes.
Quando o uso é relevante ou disseminado, regras claras sobre ferramentas, dados, revisão, responsabilidades e aprovação tendem a reduzir inconsistências e risco operacional.
Envie um resumo do contexto e dos documentos disponíveis. A primeira etapa é delimitar o risco e organizar as informações relevantes.